Rabbit R1 2.0: o dispositivo que deveria substituir o smartphone?
Dois anos após o lançamento polêmico, Rabbit apresenta versão reformulada do R1 com LAM 2.0 e parcerias com desenvolvedores.
O Rabbit R1 original foi um dos lançamentos mais controversos de 2024 — prometia substituir aplicativos por IA, entregou um dispositivo com problemas de hardware e software que decepcionou a maioria dos compradores. Dois anos depois, a Rabbit voltou com o R1 2.0 e o LAM 2.0, e a situação é genuinamente diferente.
O Large Action Model (LAM) 2.0 finalmente cumpre parte da promessa original: consegue executar ações em serviços web de forma confiável, sem precisar de integrações específicas de desenvolvedor. A bateria foi reformulada (o maior problema do original) e o hardware recebeu melhorias significativas.
A resposta honesta sobre se vale o investimento: depende do seu perfil. Para entusiastas de tecnologia que querem experimentar um paradigma diferente de interação com IA, sim. Para quem precisa de confiabilidade e um ecossistema maduro, não — o smartphone ainda ganha em todos os critérios práticos. O R1 2.0 é um experimento interessante, não um substituto.